
Vulnerabilidade e saúde mental | Uma reflexão para o Dia do Homem
julho 13, 2026“Meu filho não quer ir à escola. O que fazer?”
Muitos pais perceberam uma mudança no comportamento dos filhos após a pandemia.
Crianças e adolescentes que antes iam à escola com tranquilidade passaram a apresentar resistência para sair de casa, ansiedade antes das aulas, medo da separação ou maior dificuldade para lidar com a rotina escolar.
Esses comportamentos têm aparecido com frequência nos atendimentos psicológicos e, embora possam preocupar as famílias, nem sempre significam que existe um transtorno. Muitas vezes, eles refletem o impacto emocional das mudanças vividas nos últimos anos.
Veja o conteúdo que a Psicóloga Marianne Salvador, da Clínica Acolher, publicou no nosso Instagram sobre esse assunto:
O que mudou depois da pandemia?
Durante um longo período, muitas crianças ficaram afastadas da escola, dos amigos e da convivência social.
Além das mudanças na rotina, elas precisaram se adaptar ao ensino remoto, à redução das interações presenciais e a uma nova forma de viver o dia a dia.
Quando chegou o momento de retornar à escola, nem todas conseguiram fazer essa transição com facilidade.
Como essas dificuldades podem aparecer?
Cada criança expressa suas emoções de uma maneira diferente.
Alguns sinais que costumam chamar a atenção das famílias são:
- resistência para ir à escola
- ansiedade antes das aulas
- medo de ficar longe dos pais ou responsáveis
- irritabilidade frequente
- dores de cabeça ou de barriga sem causa médica aparente
- maior dependência emocional da família
- dificuldade para se adaptar à rotina escolar
Quando esses comportamentos persistem ou passam a interferir no desenvolvimento, merecem um olhar mais atento.
O acolhimento faz diferença
É natural que os pais tentem tranquilizar os filhos dizendo que “vai passar”.
Mas, antes de tudo, é importante acolher o que a criança está sentindo.
Validar suas emoções, escutar suas dificuldades e compreender o que está por trás desses comportamentos ajuda a construir um ambiente de segurança para que ela consiga enfrentar esse momento.
Quando procurar ajuda?
Se a ansiedade, o sofrimento ou a dificuldade para frequentar a escola permanecem por um período prolongado e começam a afetar a rotina da criança ou do adolescente, o acompanhamento psicológico pode ser indicado.
A psicoterapia oferece um espaço seguro para compreender essas emoções, desenvolver recursos para lidar com elas e favorecer um retorno mais tranquilo à rotina escolar.
Na Clínica Acolher, acreditamos que cada criança tem sua própria história e seu próprio tempo.
Por isso, o cuidado acontece de forma individualizada, respeitando suas necessidades e oferecendo o suporte necessário para que ela possa viver essa fase com mais segurança, equilíbrio e confiança.
Para saber como nossa equipe multidisciplinar focada no atendimento de crianças e adolescentes pode atuar para ajudar o seu filho, entre em contato clicando aqui.




